Foto: Divulgação/Record
Ao contrário das versões internacionais de “Bela, a feia”, a edição tupiniquim promete entrar no clima de “final feliz, simples e possível”. Segundo a coluna “Outro Canal”, do jornal “Folha de S. Paulo”, depois de ficar bonita, Bela deve voltar ao seu estado original, ou seja, feia.
Tudo acontece após um atentado. Quando todos pensam que ela está mortinha, eis que surge a protagonista em seu estado mais exuberante e assume a presidência da agência de publicidade.
Porém, ao retornar para o seu lar, a garota volta a ser feia. “Aceitei fazer a versão com a condição de que teria liberdade de criação. Do contrário, seria apenas a mera tradução do original”, contou a autora Gisele Joras para a coluna.
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